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Como São as Escolas no Japão?

   
 Cultura Curiosidades Educação Como São as Escolas no Japão?

  Como se deu a educação japonesa?

Bem, inicialmente como a maior parte dos países a educação era privilégio para poucos, no caso do Japão as classes aristocráticas. 
Somente a partir do Período Edo (1603-1868) a educação atingiu a população em geral, sendo que havia escolas específicas para os samurais e também escolas mistas. 

E com a Restauração Meiji, em 1868, resultou em ainda mais melhorias no país, especialmente na educação, sendo que 40% da população fora alfabetizada.

Mais tarde em 1947 a educação tornou-se obrigatória para a educação infantil e o ensino fundamental, sendo que o ensino secundário é opcional. E isso se estende até hoje, no entanto a maioria dos jovens continuam seus estudos até universidade e cursos para formação de profissionais.

Como é dividida a educação japonesa?  

O ensino regular japonês é dividido em jardim de infância, escola elementar, escola média e escola superior.  Jardim de Infância – primeiro estágio na educação no Japão, onde se encontram crianças de 3 a 6 anos (não é muito diferente do Brasil), tendo duração de três anos.

Escola Elementar (Shoogaku)– Nesta se encontram alunos de 6 a 12 anos (como se fosse o ensino fundamental I no Brasil), tendo duração de seis anos.  

Ela é obrigatória, sendo que a estimativa é que 99% das escolas elementares do Japão sejam públicas (o que explica sua qualidade). 

Sendo assim os alunos tem direito a um estudo gratuito, somente tendo que pagar pela alimentação e materiais pessoais, exceto os livros que são pagos pelo governo.

No entanto estudantes que não tem condições de pagar os materiais e a refeição, podem entrar em contato com a Secretaria Municipal no Japão e obter um auxílio financeiro, caso sejam aprovados.

Apesar da alimentação não ser gratuita ela é subsidiada pelo governo, os almoços contém pão, leite e um prato principal. Até durante a alimentação os alunos aprendem, sendo ensinados quanto a nutrição e educação durante a refeição, além disso, eles são responsáveis pela limpeza dos próprios pratos, por isso podem comer na sala junto com os professores.

Nas salas costumam ter 31 alunos, que são divididos em pequenos grupos com lições acadêmicas, disciplinares e de senso de responsabilidade. Alguns alunos são eleitos monitores, e assim ajudam a manter a ordem na sala e na escola.

Entre as matérias estudadas nesse período estão: língua japonesa, estudos sociais, aritmética e ciências, educação moral, artes, artesanato, música, trabalhos domésticos, educação física e língua inglesa.

            Escola Média (Chuugaku) – Nesta escola encontram-se alunos de 12 a 15 anos (equivalente ao ensino fundamental II no Brasil), tendo duração de três anos. Como também é obrigatória, a maior parte dessas escolas também é pública, sendo que em cada sala ficam 38 alunos. 

Cada classe possui um conselheiro, um professor representante que fica encarregado de passar as informações aos alunos, organizá-los em excursões e orientá-los.

Ao contrário das escolas elementares que tem somente um professor que ministra a maior parte das matérias, há vários professores. E como em algumas escolas no Brasil eles usam diferentes materiais para tornar as aulas mais práticas e interessantes, como televisão, rádio e computadores. 

As escolas também possuem laboratórios, sendo que os alunos também são divididos em pequenos grupos.

Entre as matérias estudadas nessa fase, temos: língua japonesa, estudos sociais, matemática, ciências, música, artes, saúde e educação física, além de aulas diferentes como trabalhos domésticos e industriais, educação moral e cidadania. E ainda há grupos de atividades especiais, conhecidos como clubes, entre eles esportes, culinária, música, teatro, entre outros.

  Escola Superior (Kookoo) – Nessa escola se encontram os alunos de 15 a 18 anos (equivalente ao ensino médio no Brasil), tendo duração de três anos. 

Mesmo não sendo obrigatória, a maior parte dos estudantes da escola média vão para a superior, sendo que todas são pagas, inclusive as públicas.

Para entrar na escola superior, os estudantes devem realizar uma prova eliminatória. Dá pra entender porque não é obrigatória, pelo que vemos nos animes parece ser muito difícil de entrar.

O modo como funciona não varia muito da escola média, sendo que há um representante de classe e ainda o presidente do grêmio estudantil, o qual ajuda a coordenar e orientar os alunos na escola, além de informar aos professores e diretores a visão dos estudantes sobre algum assunto relacionado à escola e que pode ser pauta de discussão.

Entre as matérias estudadas nesse período, temos: língua japonesa, matemática, ciências, inglês, história, geografia, atividades cívicas e economia doméstica, além de disciplicas específicas, as quais os alunos podem escolher, sendo que das áreas econômicas e industriais são as mais populares.

Além disso, também há escolas especializadas para deficientes visuais, auditivos, sensoriais, mentais e uma parte dos deficientes motores.

Observações: A quantidade de horas por aula varia de acordo com o dia e a matéria cursada, mas geralmente os alunos tem de 5 a 6 horas de aulas, fora as atividades extracurriculares e o clube. É comum vermos nos animes, alunos ficando pelo menos das 8 às 15 horas na escola, ou até mais. 

Mas claro que os alunos tem momentos de descanso, senão como aguentariam tanta horas de estudo, não é mesmo? 

Cada aula tem em média de 45 a 50 min, sendo que entre elas há um pequeno intervalo, fora as horas de estudo individual, em que os alunos têm a liberdade de estudarem sozinhos, isto é, uma oportunidade para conversar e distrair a cabeça, rs, rs. 

  
Não tem aulas aos sábados e domingos. 

Outra coisa interessante nas escolas japonesas é que são os alunos que fazem as tarefas de limpeza, sendo divididos em grupos e cada um fica responsável pela limpeza, da sala e dependências da escola, além de se servirem nas refeições. 

Isso os ensina a cuidar melhor da escola e a respeitar o espaço onde estudam. (Seria bom se isso fosse feito aqui no Brasil, com certeza muitas escolas estariam em melhor estado).   

 
Universidade de Tokyo 

Ensino Superior – é realizado depois da escola superior em universidades de curto e longo período. 

Os cursos de curto período tem duração de 2 anos e os de longo período 4 anos.

Os vestibulares para as universidades também são bem concorridos e difíceis, sendo que a instituição mais famosa é a Universidade de Tokyo, a qual é mostrada no anime Love Hina, em que o protagonista se esforça ao máximo para entrar. Ela também é considerada a vigésima primeira melhor universidade do mundo.

Já a pós-graduação que pode durar de 2 a 5 anos é feita em universidades especializadas de cursos de pós-graduação. Além de existirem escolas técnicas, cujos cursos geralmente tem duração de 2 anos.

Como é o ano letivo no Japão?

As aulas começam em abril, sendo que o ano letivo é dividido em três períodos.

Ichigakki – abril a julho – sendo que em julho tem as férias de verão que correspondem de 30 a 40 dias.

Nigakki – setembro a dezembro – sendo que em dezembro tem as férias de inverno que duram somente duas semanas.

Sangakki – janeiro a março – sendo que em março tem as férias de primavera, e depois começa novamente o novo ano letivo em abril.

Como são os professores no Japão?

Os professores japoneses tem alta credibilidade no Japão, sendo que tem um nível alto, já que completaram o terceiro grau em pedagogia e tem licença para lecionar. 

Além disso os professores da rede pública efetivados são submetidos a um teste de seleção da Secretaria Provincial de Educação. E posteriormente realizam vários cursos suplementares para aprimorar ainda mais seus conhecimentos.

Lado bom das escolas japonesas

Realmente temos muita vontade de conhecer as escolas japonesas, sonhávamos em estudar em uma, quando éramos mais novos. 

Com certeza deve ser uma experiência muito boa, pois os alunos se veem cercados de atividades proveitosas e aprendem realmente coisas importantes. 

Se aqui tivesse um ensino desse nível, com certeza a realidade de muitos jovens seria diferente. 

  
 Lado ruim 

No entanto tudo tem um lado ruim, e as escolas japonesas não são exceção. 

O bullying (ijime) é um problema muito sério no Japão, em que na maioria das escolas, especialmente a elementar e a média, acontece isso. 

Alunos se reúnem para bater em uma pessoa, ridicularizá-la e fazer pouco dela, sendo que há casos tão sérios que os estudantes até podem cometer suicídio. 

O pior é que quem começa o bullying são os professores, geralmente ridicularizam alguma criança e as outras seguem seu exemplo e o pior é que muitos que veem o bullying acontecer se omitem. Triste saber que isso acontece.  Muito tristes essas cenas. Pois é, deixar tudo na escola nas mãos de professores e alunos nem sempre é o correto. E isso não é somente culpa dos professores, pois a demasiada pressão que os alunos sofrem, o quanto são cobrados, fazem com que eles se sintam reprimidos ao extremo e aí quando estouram fazem coisas assim. 

Vimos vários clips de músicas japonesas em que eles expressam essa repressão e o desejo de liberdade. Mostrando muitas vezes nos clips alunos nas escolas e acontecendo algo totalmente fora do comum que os fazem fugir de sua realidade. 
E no Japão não fazem nada para parar o bullying?

São criadas campanhas e projetos pelo Ministério da Educação para resolver o problema, no entanto ainda não conseguiram solucionar essa questão. 

Além disso, a pressão não é só na escola, mas no trabalho também. Sendo que no mundo adulto, os japoneses trabalham muito e muitas vezes demora para terem férias. Muitos acabam se suicidando também devido a frustração. Realmente lamentável acontecer isso a um povo tão inteligente e sensível. 

Mas tudo o que é demais faz mal, seja disciplina e organização ou desleixo e negligência. O ser humano não é perfeito, porém tem algumas atitudes que nos envergonham e nos fazem perder a esperança neste mundo. 
No entanto mesmo existindo coisas ruins no Japão, não podemos negar que os japoneses são bem organizados e perseverantes, podendo sair de situações extremas como crises com terremotos e tsunamis, além de ter grande sensibilidade para criar histórias cativantes e que trazem belas lições de vida como vemos nos animes. 

 Confiemos em Deus e peçamos a ele que nos guie em nossas atitudes, dessa forma sempre tentaremos fazer o melhor não só por nós, mas pelos outros. 

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Sistema educacional japonês 

Atualmente
 

sistema educacional japonês

 Educação no Japão.  O atual sistema educacional japonês foi estabelecido pelos americanos, baseado em seu próprio sistema, após a 2ª Guerra mundial. Ele consiste em 6 anos de escola elementar (shōgakkou), 3 anos de ginásio (chūgakkou), 3 anos de colégio (koukou), e mais 2 anos de ensino técnico superior (tankidaigaku ou kareji – do inglês “college“), ou 4 anos de universidade (daigaku).

O ensino é obrigatório até a idade de 15 anos, mas 90% das pessoas completam o ensino médio – o colégio – e 40% se formam no técnico superior ou na universidade. A proporção de alunos do sexo masculino é maior nas universidades, enquanto no técnico superior a proporção maior é de alunas.

O Japão tem tanto escolas públicas como privadas, em todos os níveis. Nenhuma delas é totalmente gratuita, mas as escolas públicas são consideravelmente mais baratas que as particulares. Muitas escolas elementares, primárias e de nível médio (colegial) são públicas, enquanto a maior parte dos jardins-de-infância (maternal e pré-escola), escolas técnicas e universidades são particulares. Em 2002 a freqüência nas escolas particulares foi de: 79% nos jardins-de-infância; 0,9% nas escolas primárias; 4% nas escolas ginasiais; 29% nas escolas de nível médio; 91% nas escolas técnicas e de 76% nas universidades.

O Japão também tem uma “educação paralela”, que consiste em professores particulares, escolas preparatórias, cursos por correspondência, cursinhos, etc. Os mais famosos são os juku (literalmente “escola abarrotada”), que nós conhecemos como “cursinhos”. Eles são divididos em “juku de enriquecimento intelectual”, cursados por mais de 75% dos alunos do ginasial e 25% dos estudantes colegiais, e “juku acadêmico”, que ensinam o mesmo currículo das escolas comuns. Os “jukus acadêmicos” são subdivididos em hoshuu juku (cursinho de revisão) e shingaku juku (cursinho de avanço), este último preparatório para exames de entrada em escolas disputadas e universidades.

Sistema escolar

Nos dias de semana, as aulas normalmente começam às 8:30 da manhã e terminam às 3:50 da tarde. No primário, as aulas duram 45 minutos, com uma pausa de 10 minutos entre uma aula e outra. A partir do ginásio, as aulas duram 50 minutos. Os alunos vão à escola aos sábados duas vezes por mês, das 8:30 da manhã ao meio dia e meio. Oficialmente há 35 semanas de aula por ano.

Há 9 matérias regulares no ensino básico japonês: língua japonesa, estudos sociais, matemática, ciência, estudos ambientais, música, arte e artesanato, conhecimentos domésticos e educação física.

Sistema de exames

Ao mudar de instituição escolar, os alunos precisam prestar exames para entrar em escolas ginasiais, colégios e universidades. No caso de escolas públicas e de universidades, os alunos sempre têm de fazer exames de admissão.

Os juken, os exames de admissão das universidades ou vestibulares, são particularmente difíceis e são popularmente chamados de shiken jigoku (inferno de exames). Estudantes que são reprovados nos juken tornam-se rōnin, um termo antigamente usado para designar um samurai sem mestre ou patrão. Escolas preparatórias chamadas youbikou (cursinho universitário) tem como único propósito preparar esses alunos para os exames de admissão.
Algumas escolas particulares oferecem ensino do jardim-de-infância à universidade. Nestes casos, os alunos terão somente que fazer um exame de admissão ou entrevista quando entrarem na escola. Isso é chamado de “sistema elevador”, o que quer dizer que uma vez que a pessoa entre na instituição ela vai automaticamente para o próximo patamar, até graduar-se na universidade.
Fatos rápidos
Idade mínima obrigatória de estudo: 15 anos

Começo do ano letivo: início de abril

Fim do ano letivo: final de fevereiro ou início de março

Férias: de primavera (março), de verão (meio de julho ao final de agosto) e de Ano Novo (final de dezembro ao início de janeiro)

Universidades famosas: Universidade de Tóquio (Todai), Universidade de Kyoto (Kyodai), Universidade de Keio, Universidade de Waseda.

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Robot Restaurant É uma fusão entre as culturas tradicionais e modernas do Japão, localiza se em Shinjuku

Robot Restaurant É uma fusão entre as culturas tradicionais e modernas do Japão, localiza se em Shinjuku.

   

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  

  Inclui show com robôs, um medley de criaturas míticas, músicos de taiko tradicional, dançarinos e palhaços. Um passeio descontraído através da história do Japão e sua cultura popular, em um ambiente familiar. A pipoca oferecida durante os intervalos ajuda a estabelecer ainda mais essa atmosfera acolhedora.

 Recomendado para aqueles que querem conhecer o lado maluco da Terra do Sol Nascente
〒160-0021 Tokyo, Shinjuku, Kabukicho, 1 Chome−7−1, 新宿ロボットビルB2

#TurismoJapão #Japan

👍🏻

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Como passar frases em japonês para o plural

  
Como passar frases em japonês para o plural

Muitas pessoas ficam com dúvidas em relação ao plural na língua japonesa. Em português, de modo geral, basta que a gente acrescente um “s”no final das palavras para colocarmos a frase no plural. No entanto, em japonês, o substantivo permanece idêntico ao singular, assim como acontece com os verbos.

Ou seja, para sabermos se uma frase em japonês está no singular ou plural, temos que nos atentar ao contexto da frase como um todo e não somente a palavras soltas, no caso verbos, adjetivos ou substantivos. Normalmente, o que ajuda a determinar a pluralidade das frases são os pronomes pessoais, complementos e contadores.

SINGULAR PLURAL

Watashi wa ringo ga hoshii.

Eu quero uma maçã. Watashi wa futatsu ringo ga hoshii.

Eu quero duas maçãs.

Watashi wa samui desu.

Eu estou com frio. Watashi tachi wa samui desu

Nós estamos com frio.

Watashi wa neko kattemasu.

Eu comprei um gato Watashi wa neko ni-biki kattemasu.

Eu comprei dois gatos.

Singular em japonês é chamado de Tansuu [単数] e Plural chama-se fukusuu [複数]. Em alguns casos é fácil fazer a distinção, mas em outros pode ser mais difícil saber se a frase está no singular ou no plural, ou ainda se está no feminino ou masculino, já que substantivos e adjetivos japoneses não mudam de forma quanto ao gênero:
SINGULAR PLURAL

Kore wa watashi no hon.

Este é meu livro. Kore wa watashi no hon.

Estes são meus livros.

Watashi wa samui desu.

Eu estou com frio. Watashi tachi wa samui desu

Nós estamos com frio.

Alguns Pronomes Pessoais
SINGULAR PLURAL

Watashi (Eu) Watashi-tachi (Nós)

Anata (Você) Anata-tachi (Vocês)

Kare (Ele) Kare-tachi (Eles)

Kanojo (Ela) Kanojo-tachi (Elas)

Boku (Eu) Boku-tachi (Nós)

Como deu pra perceber, o sufixo tachi está presente nos pronomes na 1°, 2° e 3° pessoa do plural. Ele também aparece para pluralizar alguns substantivos como por exemplo: hito (pessoa) e hito-tachi (pessoas).
Outras palavras usadas antes dos substantivos para pluralizar a frase são Samazama [さまざま] e Iroiro [いろいろ], que significam “vários, muitos” ou seja, expressam variedade. Por exemplo: Kotoba (palavra), Iroiro no kotoba (várias palavras). Mas Iroiro também pode ser usado para dar ênfase em determinadas frases. Exemplo: Iroiro arigatougozaimasu (Obrigado por tudo).
Como deu pra perceber, tudo vai depender realmente do contexto da frase. Existem muitas diferenças nas estruturas gramaticais das frases em comparação ao português. Mas ao praticarmos a conversação diária, logo logo aprendemos a distinguir as frases em singular e plural.

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Lista de Verbos em japonês

  
Lista de Verbos em japonês

Os verbos com certeza desempenham um papel fundamental quando estamos aprendendo uma nova língua, afinal estão presentes em praticamente todas as frases que usamos no dia a dia. Uma das características principais dos verbos na língua japonesa é que eles estão geralmente no fim da oração.
Um dos maiores desafios está em sua conjugação. Cada grupo de verbos possui uma regra, e ao aprende-las, você será capaz de conjugar corretamente qualquer verbo em japonês.

Os Verbos japoneses podem ser divididos em três grupos: 
Grupo 1: Verbos terminados em U

Este grupo também é chamado de verbos Godan-Doushi (verbos Godan).
Hanasu (話す) – falar

Kaku (書く) – escrever

kiku (聞く) – ouvir

matsu (待つ) – esperar

nomu (飲む) – beber
Grupo 2: Verbos terminados em Iru e Eru

Este grupo também é chamado de Ichidan-Doushi (verbos Ichidan).
Verbos terminados em Iru

kiru (着る) – vestir

miru (見る) – ver

Okiru (起きる) – acordar

oriru (降りる) – descer

Shinjiru (信じる) – acreditar

Verbos terminados em Eru
akeru (開ける) – abrir

ageru (あげる) – dar

deru (出る) – sair

Neru (寝る) – dormir

taberu (食べる) – comer
Alguns verbos, no entanto, mesmo terminados em IRU e ERU, pertencem ao GRUPO 1:
hairu (入る) – entrar

hashiru (走る) – correr

kaeru (帰る) – regressar

kagiru (限る) – limitar

kiru (切る) – cortar

shaberu (しゃべる) – conversar

shiru (知る) – saber
Grupo 3: verbos irregulares

Existem apenas dois verbos irregulares, kuru (vir) e suru (fazer).
O verbo “suru” (fazer) é um dos verbos mais usados pois também pode ser combinado com muitos substantivos. Veja alguns exemplos:
Benkyou suru (勉強 する) – Estudar

Ryokou suru (旅行 する) – Viajar

Yushutsu suru (輸出 する) – Exportar

Dansu suru (ダンス する) – Dançar
Lista de Verbos em Japonês

Abaixo uma pequena lista com verbos em japonês. Caso não encontre o verbo que procura consulte esta outra lista de verbos mais completa. Para saber como conjugar os verbos em japonês corretamente, segue alguns links de conjugadores online: Japanese Verb Conjugator, Verbix, Kanjidict, Jlpt-practice

Kanji Furigana Romaji Significado

会う あう au encontrar

開く ひらく hiraku abrir

開ける あける akeru abrir

あげる ageru dar

遊ぶ あそぶ asobu passear

浴びる あびる abiru tomar (banho)

洗う あらう arau lavar

有る ある aru ter

痩せる やせる yaseru emagrecer

歩く あるく aruku andar

言う いう iu falar

行く いく iku ir

働く はたらく hataraku trabalhar

いる iru estar

入れる いれる ireru colocar

歌う うたう utau cantar

生まれる うまれる umareru nascer

売る うる uru vender

起きる おきる okiru acordar

おく oku por

送る おくる okuru levar

押す おす osu empurrar

覚える おぼえる oboeru aprender, saber

泳ぐ およぐ oyogu nadar

降りる おりる oriru descer

終わる おわる owaru terminar

買う かう kau comprar

返す かえす kaesu devolver

帰る かえる kaeru devolver

かかる kakaru levar (tempo)

書く かく kaku escrever

かける kakeru passar

太る ふとる futoru engordar

貸す かす kasu emprestar

冠る かぶる kaburu cobrir (a cabeça)

借りる かりる kariru alugar

消える きえる kieru desparecer

聞く きく kiku ouvir

切る きる kiru cortar

着る きる kiru vestir

来る くる kuru vir

消す けす kesu desligar

答える こたえる kotaeru responder

困る こまる komaru estar com dificuldade

咲く さく saku florescer

挿す さす sasu introduzir

死ぬ しぬ shinu morrer

閉まる しまる shimaru fechar

閉める しめる shimeru fechar

思う おもう omou pensar

知る しる shiru saber

吸う すう suu fumar

住む すむ sumu viver, morar

する する suru fazer

座る すわる suwaru sentar

出す だす dasu tirar

立つ たつ tatsu partir

頼む たのむ tanomu pedir, perguntar

食べる たべる taberu comer

違う ちがう chigau diferir, divergir

使う つかう tsukau usar

疲れる つかれる tsukareru cansar

着く つく tsuku chegar

作る つくる tsukuru fazer

点ける つける tsukeru to turn on

勤める つとめる tsutomeru esforçar-se

出かける でかける dekakeru sair

出来る できる dekiru conseguir, ser capaz

出る でる deru deixar

飛ぶ とぶ tobu voar

止まる とまる tomaru parar

取る とる toru tirar, fazer

撮る とる toru to take a photo

泣く なく naku chorar

並ぶ ならぶ narabu alinhar

並べる ならべる naraberu alinhar

なる naru ser, tornar-se

脱ぐ ぬぐ nugu tirar

寝る ねる neru dormir

登る のぼる noboru subir

飲む のむ nomu beber

乗る のる noru andar (veículo)

入る はいる hairu entrar

履く はく haku calçar (sapato)

始まる はじまる hajimaru começar

走る はしる hashiru correr

見える みえる mieru parecer

話す はなす hanasu falar

張る はる haru colocar

晴れる はれる hareru limpar

引く ひく hiku puxar

弾く はじく hajiku reproduzir, tocar

吹く ふく fuku soprar (vento)

降る ふる furu cair (chuva, neve)

曲がる まがる magaru retornar

待つ まつ matsu esperar

磨く みがく migaku escovar

見せる みせる miseru mostrar

見る みる miru ver

持つ もつ motsu ter

休む やすむ yasumu descansar

やる yaru fazer

呼ぶ よぶ yobu ligar

読む よむ yomu ler

分かる わかる wakaru entender

忘れる わすれる wasureru esquecer

渡す わたす watasu entregar

渡る わたる wataru atravessar

考える  かんがえる  kangaeru  pensar 

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Oden, (おでん)um prato muito popular no inverno japonês

  
Oden, (おでん)um prato muito popular no inverno japonês

A culinária japonesa é mesmo espetacular e há sempre coisas novas para experimentarmos a cada estação. No inverno por exemplo, os pratos quentes são uma ótima pedida e um prato que faz muito sucesso na Terra do Sol Nascente é o Oden (おでん). Pode ser encontrado com facilidade em lojas de conveniências, em barraquinhas de rua e também em supermercados e alguns restaurantes.

  
Trata-se de uma variedade de alimentos cozidos em 

caldo dashi e molho de soja. Os ingredientes podem variar dependendo da região, mas entre os mais comuns estão o yude tamago, Konnyaku, daikon, Atsu-age, shiratake, Gyuu suji, Chikuwabu, Mochiiri Kinchaku, Tsukune, entre outros.

Por não ser muito popular fora do Japão, muitas pessoas tendem a olhar esse prato com desconfiança. Eu mesma era uma delas. Mas depois de prová-lo, fiquei encantada com o sabor desse prato, sem contar que ajuda um bocado a esquentar o corpo nos dias frios. Se você ainda não experimentou, vale a pena dar uma chance ao oden. Tenho certeza de que não irá se arrepender… (^_-)/

Para que você se sinta mais familiarizado com o Oden confira alguns dos principais ingredientes que compõem esse prato, conhecido por seu aroma inconfundível e sabor distinto.

   
    
    
    
    
    
    
    
   
  Confira esta receita de oden. O primeiro passo é preparar os ingredientes. Os ovos são cozidos e descascados. O chikuwa (massa de peixe modelada, cozida no vapor e assado) é cortado em pedaços não muito pequenos.
   
 Da esquerda para a direita: roll kiyabetsu  – que se parece com o charuto de repolho mas não é. As folhas do repolho são destacadas e aferventadas para que fiquem maleáveis. Recheei com um pouco de carne de porco moída, temperada com um pouco de sake e shoyu. Bati bem a massa, usando os dedos como uma pá. Não sei se consegui explicar direito. Mas o fato é que a massa de carne moída fica mais pegajosa. Depois de cozida, ela terá uma textura mais consistente, que lembra um pouco a da salsicha. No centro, o kombumaki. A alga kombu é hidratada e cortada em pedaços. Em casa gostamos de enrola-lo com um pedaço de bardana (gombô), que foi cozido para amaciar um pouco, mas não demais. Por fim, o kinchaku, que é o tofu frito (agedofu), escaldado para eliminar o excesso de óleo, cortado em uma das laterais e recheado com um pedaço de mochi branco. Todos eles são amarrados com tiras de kampyo (uma cabaça, que é cortada em tiras longas e finas e seca) que foi hidratado.

  
À frente, gyusuji. Ou seja, tendões de boi. Sei que muita gente vai se horrorizar, mas é um dos tantos itens opcionais do oden. Ele precisa ser limpo da gordura e cozido em água até amaciar. Depois, espetei nos palitos. Se preferir, use a parte central das asas de frango, por exemplo. O nabo, ao fundo, foi cortado, descascado e cozido na água usada para lavar o arroz. Essa técnica, comum no Japão, suaviza o sabor e o cheiro. Ele deve ser cozido até ficar macio e translúcido. Para que ele absorva mais sabor do caldo do oden, faça cortes rasos em forma de cruz em cada face.

A quantidade de caldo vai variar conforme a quantidade de ingredientes. É importante que cozinhem em muito caldo, a ponto de ficarem boiando. As medidas são:

  1 litro de caldo de frango bem leve (afervente carçacas de frango e escorra, eliminando a espuma escura que se forma; adicione água e cozinhe em fogo muito brando por meia hora. Se preferir, use só dashi)

1 litro de dashi (ou, se não tiver bonito seco e alga, use o hondashi industrializado; eu usei 2 colheres de extrato de bonito seco e 2 de extrato de alga)

1/2 xícara de mirim

Shoyu e sal à gosto (como falei antes, existem lugares onde o caldo é bem claro e noutros, bem escuro; fiquei na média)

Aqueça os caldos até quase ferver. Adicione o mirim  e o shoyu. Acrescente os ingredientes, de preferência agrupados. Deixei o kinchaku para juntar ao prato mais no final, porque exigia menos cozimento. Continue aquecendo até quase ferver, abaixe bem o fogo e cozinhe por 11/2 a 2 horas. Na verdade, cozinhei por 3 horas, a 75 graus, graças ao meu fogareiro IH (fogão de indução). Se tiver um com boa regulagem de temperatura, use. Se tiver uma panela térmica, use. Se tiver uma panela de arroz grande o suficiente, também pode ser usada, mantendo na opção “aquecer”. O fato é que o oden fica melhor quando não é fervido, mantido naquele limite antes da ebulição.Confira o sal.

Retire a espuma que se formar na superfície com uma colher. Não tampe. O caldo vai reduzir para mais ou menos 2/3 do inicial. Uma hora antes de comer, adicione os saquinhos de tofu frito e mochi.

Outros ingredientes que gosto de colocar no oden são: Tofu frito em fatias grossas (atsu-age), konnyaku (um tipo de gelatina de batata), shirataki (gelatina de batata em filamentos que parecem um macarrão translúcido), bolinhos à base de tofu ou massa de peixe (no Japão existe uma variedade enorme; por aqui, ainda são poucas as opções), pedaços de polvo cozido.

E apesar de tê-lo comido como prato único, ele é mesmo um bom petisco, para ir comendo sem pressa.  

 

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um sistema de aluguel de carros  Car-Sharing (em japonês, kaa shearingu), 

Dica aos residentes no Japão!Já viu carros com essas plaquinhas em frente? 

  Chamado de Car-Sharing (em japonês, kaa shearingu), é um sistema de aluguel de carros diferenciado, disponível em praticamente todo o território japonês.

Econômico para quem não utiliza muito o automóvel.Um casal diz ter economizado 110mil ienes em relação a quando possuía um automóvel próprio.

Veja as vantagens:                                   – Econômico: 216 ienes a cada 15 minutos (com seguro!)

– Não paga o combustível (paga somente o tempo que vc usar!)

– Pode realizar a reserva via smartphone ou computador 

– Pode andar sempre com automóveis diferentes

– 7000 pontos disponíveis ao longo do Japão (no caso do Times Car)

– Não há necessidade de devolver o automóvel no mesmo lugar onde o pegou

– Funcionamento 24 hrs, 365 dias!

– Isento de mensalidades nos primeiros 2 meses

Mensalidade de apenas 1030 ienes😀

Para quem está perguntando a localização, aqui está http://www.timescar-rental.com/shop/. Aluguel de carros

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Sabe aquelas indesejáveis aftas? (kounaien・afta) こうないえん – (口内炎 )

     

 Sabe aquelas indesejáveis aftas?    (kounaien・afta) こうないえん – (口内炎 ) Este remédio em forma de adesivo, alivia a dor e auxilia na cicatrização do machucado! Basta colar na afta! Pode ser usado por crianças a partir de 6 anos! Tem outra pomadinha,tbem para afta que se chama ケナログKenarogu. E muito boa!!     Outro remédio “口内炎パッチ

“口内炎パッチ      Fica a dica!   KUSURI (remédio) para KOUNAIEN (afta) 

  

  

  

  

  

  

  

 Para saber um pouco mais sobre aftas, acesse este link http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/aftas/aftas.php

                                                                  Aftas
É uma ferida nas mucosas da boca, principalmente na língua, nos lábios e na parede das bochechas, Raramente surge nas gengivas e no céu da boca. Às vezes, no lugar de uma afta isolada explodem várias ao mesmo tempo. 
Em geral está ligada a distúrbios como diarréia e má digestão. No entanto, certos indivíduos têm aftas depois de uma febre alta ou porque estão estressados. Em algumas mulheres, elas aparecem durante o período menstrual. As feridas podem ainda ser uma reação a antibióticos e antiinflamatórios, remédios que liberam substâncias ácidas no esôfago. Algumas pessoas têm maior predisposição para o problema e por isso suspeita-se que a afta seja hereditária.
Frutas ácidas como o abacaxi, assim como temperos picantes – ketchup, pimenta, mostarda, molho de tomate, vinagre, entre outros -, podem funcionar como fatores desencadeantes, mas só em quem apresenta uma tendência para o problema.
CARACTERÍSTICAS
As aftas surgem na maioria das vezes em pessoas saudáveis;
A afta comum não provoca febre nem mau hálito;
Não tem cura definitiva, é um problema que vai e volta;
Não é transmissível de uma pessoa para outra;
As feridas são limpas, pois não há nelas fungos ou bactérias que desencadearam o problema.
O CICLO DA AFTA
Desaparecem espontaneamente entre sete e dez dias. As aftas costumam acompanhar o estresse. Às vezes, elas castigam as férias de quem resolve experimentar pratos diferentes daquilo que está acostumado a comer. Apesar de os médicos não entenderem os motivos, muitas mulheres que sofriam do problema de tempos em tempos relatam o seu sumiço depois da gravidez. Assim como existem ex-fumantes que garantem ter começado a apresentar aftas com freqüência depois de abandonar o vício – mas, aqui, outra vez, o estresse pode estar por trás, uma vez que não costuma ser fácil para os dependentes do tabaco a adaptação a uma vida sem fumaça.
TRATAMENTO
É individualizado, visando aliviar os sintomas, prevenir o aparecimento de novas aftas e diminuir a gravidade do surto. Bicarbonato de sódio: serve para diminuir a dor, pois destrói as células nervosas responsáveis por ela. Faz a afta demorar ainda mais a desaparecer. O bicarbonato destrói os tecidos saudáveis da mucosa.
Você não vai encontrar nas farmácia nenhum remédio capaz de curar a afta, apenas produtos que podem aliviar seus sintomas. Existem pomadas que formam uma película protetora sobre a ferida para que os alimentos não fiquem esbarrando nela e piorando o tormento. Outros medicamentos agem especificamente contra a dor local. Claro que qualquer medicação só pode ser indicada por um especialista.
O própolis pode ajudar – apesar de a ferida arder mais no primeiro contato com esses produtos, o desconforto da afta parece aliviar em seguida. Atenção: vários estudos recentes indicam que a própolis pode, sim, ajudar na cicatrização dessas lesões. O bicarbonato de sódio também é comumente usado, melhor sendo fazer bochechos com uma solução de 1 colher de chá dessa substância para 1 xícara cheia de água, em vez de passá-la diretamente sobre a ferida.
Quem tem propensão para aftas deve evitar consumir frutas e condimentos ácidos e, na medida do possível, combater o estresse. Não coma alimentos ácidos capazes de agravar a situação. Nunca passe metiolate ou mercuriocromo sobre a ferida. Esses remédios são agressivos para esse tipo de lesão.
Antiinflamatório corticóide: é muito usado em bochechos ou em pomadas apropriadas. Há também injeções antiinflamatórias que são aplicadas sobre a lesão.
A aplicação de substâncias cáusticas, como o formol, sobre as aftas destrói o tecido da região, inclusive as terminações nervosas, o que faz desaparecer a dor. Entretanto, o que se faz é substituir a afta por uma queimadura química, que causa injúria a tecidos normais. Além disso, há risco de maiores danos pela inadequada manipulação dos produtos por parte dos usuários. Não se recomenda tal pratica .